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Artes marciais ganham espaço em escolas cívico-militares do DF para reduzir ansiedade e fortalecer disciplina

28 de setembro de 2025

O Distrito Federal tem apostado no esporte como ferramenta de transformação social e de cuidado com a saúde emocional dos estudantes. Projetos que incluem modalidades de artes marciais como judô, jiu-jítsu, caratê e muay thai, vêm sendo implementados em escolas cívico-militares, com o objetivo de reduzir a ansiedade, estimular a disciplina e combater a violência no ambiente escolar.

Iniciativas como o projeto Quem Luta Não Briga, desenvolvido no Centro Educacional Urso Branco, no Núcleo Bandeirante, já comprovaram resultados positivos. Criado em 2017, o programa oferece atividades no contraturno escolar, envolvendo não apenas alunos, mas também familiares e moradores da comunidade. A proposta é clara, substituir conflitos por convivência saudável, incentivando valores como respeito, autocontrole e superação.

Outros projetos sociais, a exemplo do BSBJJ, também contribuem para democratizar o acesso ao esporte, fornecendo gratuitamente quimonos, faixas e acompanhamento especializado a crianças e adolescentes em regiões de maior vulnerabilidade.

No modelo de escolas cívico-militares, que já alcança 17 unidades no DF, as atividades físicas fazem parte da rotina e se consolidam como aliadas no enfrentamento do estresse e da indisciplina. A expectativa, segundo gestores e professores, é que a ampliação das artes marciais nessas escolas fortaleça ainda mais a integração entre corpo e mente, ajudando a preparar os jovens para a vida dentro e fora da sala de aula.

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