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Cadastro Único no DF alcança 3 anos com salto no número de famílias inscritas e mais de 460 mil atendimentos

12 de setembro de 2025

Os postos exclusivos de atendimento do Cadastro Único no Distrito Federal completaram três anos de funcionamento em 2025, consolidando-se como um dos principais canais de acesso da população de baixa renda às políticas sociais. Desde a inauguração, em 2022, os espaços já registraram 464.775 atendimentos e ampliaram significativamente o alcance do programa na capital.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), nesse período foram inseridas 160 mil novas famílias no sistema, o que representa um crescimento de 65,7% no total de registros. Em 2022, o Distrito Federal contava com 248 mil famílias inscritas; hoje, já são mais de 410 mil cadastradas. Além disso, a taxa de atualização dos cadastros passou de 68,8% para 79,3%, garantindo maior precisão nas informações que embasam a concessão de benefícios sociais.

Os postos do Cadastro Único não concedem benefícios diretamente, mas cumprem papel essencial na inclusão e na manutenção das informações das famílias no sistema. É a partir desse registro que cidadãos de baixa renda podem acessar programas federais, distritais e municipais, como o Bolsa Família, Tarifa Social de Energia, Benefício de Prestação Continuada (BPC), entre outros.

O atendimento funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, exclusivamente por agendamento. O agendamento pode ser feito pelo telefone 156, pelo site da Sedes ou por encaminhamento de unidades do CRAS e do CREAS. O objetivo é dar celeridade ao processo e descentralizar o serviço, evitando a sobrecarga nos Centros de Referência de Assistência Social.

Segundo a Sedes, a criação dos postos representou um marco na política de assistência do DF, especialmente para públicos em situação de maior vulnerabilidade, como mães solo, pessoas idosas e cidadãos com deficiência. A expansão da rede, segundo a pasta, garante mais agilidade e organização na porta de entrada do sistema de proteção social.

Ao completar três anos, o Cadastro Único no Distrito Federal demonstra não apenas eficiência no atendimento, mas também um avanço concreto na inclusão social, reforçando o papel do programa como instrumento estratégico para reduzir desigualdades e assegurar direitos básicos da população.

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