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Monte Taftan, Irã O Gigante que “Era Morto” dá Sinais de Vida

24 de outubro de 2025

No sudeste do Irã, o Monte Taftan que há tempos era visto como extinta despertou de seu sono geológico. Pesquisas usando imagens de satélite registraram uma elevação de cerca de 9 centímetros entre julho de 2023 e maio de 2024 em sua cratera principal, o que sugere que há pressão acumulada de gases ou magma sob a superfície.

Apesar de o vulcão não estar em erupção agora, o simples fato de se mover e “respirar” depois de mais de 700 mil anos em aparente inatividade fez os cientistas reconsiderarem sua classificação hoje, eles indicam que ele pode ser dormente ao invés de extinto.

Para as comunidades locais e para quem estuda desastres naturais, esse despertar é um alerta: o Monte Taftan está localizado em uma região remota, com monitoramento limitado, o que torna qualquer nova atividade vulcânica mais difícil de prever. Há registros de emissões de gás e de fumaça visíveis em 2023 e 2024, o que reforça a necessidade de cautela, ainda que não haja um risco iminente confirmado.

Além disso, essa redescoberta serve como lembrete de que a expressão “vulcão extinto” pode dar uma falsa sensação de segurança atividades geológicas podem retomar em regiões consideradas inativas e com pouca estrutura de monitoramento formal.

Se você está pensando nas implicações desse caso para o mundo, duas reflexões se destacam: primeiro, a importância de sistemas de vigilância vulcânica global, mesmo em locais de baixa densidade populacional ou pouco mapeados. Segundo, como essa situação reforça o princípio de que a natureza opera em escalas de tempo muito maiores que a vida humana o que parecia “seguro” para gerações pode mudar repentinamente. O Monte Taftan nos lembra que o planeta está em constante transformação e mesmo quem mora “longe” de centros urbanos deve acompanhar o pulso dessa Terra ativa

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