O presidente Donald Trump negou veementemente, nesta segunda-feira (2 de fevereiro de 2026), qualquer amizade com o falecido magnata Jeffrey Epstein, envolvido em um dos maiores escândalos de exploração e corrupção sexual do mundo. Em declarações feitas na Casa Branca, Trump afirmou que Epstein, na verdade, agiu como um adversário e teria se aliado a um autor que o presidente classificou como “canalha” para orquestrar uma campanha de difamação contra sua presidência.

A fala do mandatário ocorre em meio a novas revelações ou publicações que tentam ligar figuras proeminentes da política e dos negócios ao círculo íntimo de Epstein. Trump buscou se distanciar categoricamente dessas narrativas, alegando que o magnata tinha ressentimentos pessoais e políticos contra ele.
Segundo o presidente, Epstein teria colaborado com escritores e jornalistas para fabricar histórias que pudessem desestabilizar seu governo. Trump não poupou adjetivos para descrever os envolvidos:
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O Magnata: Trump descreveu Epstein como alguém que buscava vingança e que “queria prejudicá-lo” de todas as formas possíveis.
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O Autor: Sem citar nomes específicos no trecho inicial, referiu-se ao escritor responsável por novas alegações como um “canalha” que estaria lucrando com mentiras.
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A Motivação: O presidente sugeriu que essas figuras faziam parte de um esforço coordenado para desviar o foco de suas políticas e conquistas atuais em 2026.
Embora existam registros fotográficos e citações de décadas atrás onde Trump comentava sobre o estilo de vida de Epstein, o presidente reforçou que cortou laços com ele há muitos anos, muito antes de o escândalo vir a público de forma definitiva. Ele reiterou que nunca foi entusiasta do comportamento do magnata e que o baniu de suas propriedades em Mar-a-Lago após incidentes inadequados.
A estratégia da Casa Branca agora é focar na desacreditação das fontes que trazem o assunto de volta ao debate público, tratando as novas alegações como “fake news” e teorias da conspiração destinadas a atingir a imagem da administração Trump. O Departamento de Justiça não comentou se as novas declarações do presidente afetarão investigações em curso sobre o espólio ou cúmplices de Epstein.