Um idoso de 72 anos morreu quatro meses depois de ser atropelado por um cachorro enquanto atravessava uma rua de Piacatu, no interior de São Paulo. O acidente aconteceu em 7 de agosto de 2025 e mobilizou equipes de emergência da região.
O homem foi atingido pelo animal, que corria solto pela via. A força do impacto o derrubou no asfalto e causou ferimentos graves, incluindo suspeitas imediatas de lesões neurológicas.

Moradores chamaram o socorro e acompanharam a retirada da vítima até a ambulância. Os primeiros relatos já apontavam para um quadro crítico.
O idoso foi levado para a Santa Casa de Araçatuba, onde recebeu atendimento de urgência. Ao chegar, os médicos confirmaram politraumatismo e perda total de movimentos.
Ele foi internado na UTI e passou a depender de ventilação mecânica. A equipe avaliou o estado dele como extremamente grave.
Durante as primeiras semanas, permaneceu em coma. O hospital monitorava possíveis respostas neurológicas, mas não havia sinais de recuperação motora.
Com o passar do tempo, houve uma leve melhora de consciência, embora sem qualquer avanço que permitisse a retirada dos aparelhos.
Mesmo após essa evolução mínima, a tetraplegia se manteve. A equipe considerou a possibilidade de transferi-lo para cuidados intermediários.
A transferência, porém, não ocorreu. O quadro não estabilizou como esperado e manteve a necessidade de suporte intensivo.
Nos últimos dias, surgiram complicações respiratórias e sinais de infecção, que agravaram ainda mais a condição.
A família recebeu atualizações diárias e acompanhou as oscilações do estado clínico.
A piora se acentuou durante a semana. A equipe da UTI reforçou as medidas de suporte, mas sem resposta satisfatória.
O hospital confirmou a morte depois que o idoso não resistiu às complicações decorrentes do trauma inicial.
O caso gerou repercussão na região por envolver um atropelamento incomum, provocado por um cachorro que circulava solto.
Moradores de Piacatu comentaram o episódio e destacaram a necessidade de maior responsabilidade na guarda de animais.
A fatalidade reacende discussões sobre segurança urbana e riscos de acidentes provocados por animais sem supervisão.
A família ainda não divulgou informações sobre velório e sepultamento.