O Cruzeiro venceu o Internacional por 2 a 1, mas quem dominou a coletiva pós-jogo foi o técnico Leonardo Jardim. Em tom raro de autocrítica, ele disse ser “incompetente” para encontrar espaço para Gabigol entre os titulares. O atacante, estrela da temporada, continua começando no banco, enquanto Kaio Jorge e Matheus Pereira seguem firmes no onze inicial.
Jardim explicou que sempre que tentou usar os três ao mesmo tempo, o time perdeu equilíbrio. A defesa ficou vulnerável, a criação travou e os números não ajudaram: a equipe passou a sofrer mais gols do que marcou. “Não encontrei ainda a fórmula de juntar esses talentos sem quebrar a estrutura coletiva”, confessou o treinador.

Mesmo assim, o técnico fez questão de destacar que Gabigol não é problema de vestiário. Pelo contrário: elogiou seu empenho nos treinos, sua postura profissional e a forma como se mantém pronto para entrar. Segundo Jardim, a ausência entre os titulares não é punição, mas consequência de um desenho tático que, por ora, não acomoda todos ao mesmo tempo.
Do lado da diretoria, o vice-presidente Pedro Junio tratou de conter especulações. Ele garantiu que Gabigol está satisfeito em Belo Horizonte, longe de qualquer crise de bastidores. “Ele está feliz no clube. A decisão sobre minutos em campo é do técnico, baseada no que o time precisa em cada momento”, disse o dirigente.
No entanto, a fala de Jardim expõe um dilema clássico: como administrar um elenco com estrelas que não se encaixam juntas? Para a torcida, a sensação é de desperdício. Para o treinador, é o preço da disciplina tática.
Enquanto isso, Gabigol segue no papel de reserva de luxo, aguardando a chance de virar de vez protagonista no Cruzeiro. A bola agora está nos pés — e na prancheta — de Leonardo Jardim.
O Cruzeiro venceu o Internacional por 2 a 1, mas quem dominou a coletiva pós-jogo foi o técnico Leonardo Jardim. Em tom raro de autocrítica, ele disse ser “incompetente” para encontrar espaço para Gabigol entre os titulares. O atacante, estrela da temporada, continua começando no banco, enquanto Kaio Jorge e Matheus Pereira seguem firmes no onze inicial.
Jardim explicou que sempre que tentou usar os três ao mesmo tempo, o time perdeu equilíbrio. A defesa ficou vulnerável, a criação travou e os números não ajudaram: a equipe passou a sofrer mais gols do que marcou. “Não encontrei ainda a fórmula de juntar esses talentos sem quebrar a estrutura coletiva”, confessou o treinador.
Mesmo assim, o técnico fez questão de destacar que Gabigol não é problema de vestiário. Pelo contrário: elogiou seu empenho nos treinos, sua postura profissional e a forma como se mantém pronto para entrar. Segundo Jardim, a ausência entre os titulares não é punição, mas consequência de um desenho tático que, por ora, não acomoda todos ao mesmo tempo.
Do lado da diretoria, o vice-presidente Pedro Junio tratou de conter especulações. Ele garantiu que Gabigol está satisfeito em Belo Horizonte, longe de qualquer crise de bastidores. “Ele está feliz no clube. A decisão sobre minutos em campo é do técnico, baseada no que o time precisa em cada momento”, disse o dirigente.
No entanto, a fala de Jardim expõe um dilema clássico: como administrar um elenco com estrelas que não se encaixam juntas? Para a torcida, a sensação é de desperdício. Para o treinador, é o preço da disciplina tática.
Enquanto isso, Gabigol segue no papel de reserva de luxo, aguardando a chance de virar de vez protagonista no Cruzeiro. A bola agora está nos pés e na prancheta de Leonardo Jardim.