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Vídeo: Invocação do Mal 4 vira notícia ao exibir sinais reais de ataques demoníacos em filmagens.

3 de setembro de 2025

Em um 2025 repleto de blockbusters de terror, como Weapons e The Black Phone 2, chega Invocação do Mal 4: Os Últimos Ritos (The Conjuring: Last Rites), o capítulo final da franquia principal que revolucionou o gênero sobrenatural. Dirigido por Michael Chaves, que assumiu as rédeas após o sucesso de A Freira 2 e Invocação do Mal 3: A Ordem do Diabo, o filme estreia nos cinemas americanos em 5 de setembro de 2025, com previsão de lançamento simultâneo no Brasil pela Warner Bros.

Pictures, provavelmente na mesma semana, seguindo o padrão das produções anteriores. Baseado nas investigações reais de Ed e Lorraine Warren, o longa é roteirizado por Ian Goldberg, Richard Naing e David Leslie Johnson-McGoldrick, com história original co-criada por James Wan e Johnson-McGoldrick – o duo por trás do primeiro Invocação do Mal (2013).

Como o nono e último filme do Universo Conjuring, que já faturou mais de US$ 2 bilhões globalmente, Os Últimos Ritos promete ser um adeus emocionante e aterrorizante, focando no caso Smurl, uma assombração demoníaca que atormentou uma família por mais de uma década. Com críticas iniciais apontando para uma recepção mista – cerca de 70% no Rotten Tomatoes com base em reações preliminares de festivais e exibições teste –, o filme equilibra jump scares clássicos com uma camada emocional sobre o legado dos Warren, embora sofra com fórmulas repetitivas que diluem o impacto.

A trama, inspirada no infame caso Smurl de 1986, transporta os espectadores para West Pittston, na Pensilvânia, onde a família Smurl – liderada por Jack (Ben Hardy) e Janet (Rebecca Calder)  enfrenta uma entidade maligna que transforma sua casa em um inferno vivo. Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga), agora mais velhos e reflexivos, assumem o caso como sua investigação final, lidando não só com possessões, vozes guturais e objetos voadores, mas também com o peso de décadas caçando demônios.

O filme introduz elementos pessoais: a filha dos Warren, Judy (Mia Tomlinson), e seu namorado Tony Spera (também interpretado por Ben Hardy em um papel duplo? Não, Hardy é Jack Smurl; Tony é outro ator, mas o enredo entrelaça a família Warren com os Smurl), participam ativamente, sugerindo uma transição geracional no universo paranormal.

Ao contrário dos filmes anteriores, que exploravam bonecas possuídas ou freiras demoníacas, aqui o foco é na intimidade do terror doméstico: arranhões nas paredes, mau cheiro inexplicável e uma presença que se infiltra na psique da família, culminando em um exorcismo épico que une o casal Warren em uma batalha pela alma de todos.

Como o diretor Chaves descreveu em entrevista ao Collider, é “o capítulo mais sombrio dos Warrens”, com tons de luto e redenção, ecoando a realidade de que Ed faleceu em 2006, adicionando uma melancolia autêntica.

O primeiro ato constrói tensão lentamente, ambientado nos anos 1980, com a família Smurl lidando com poltergeists que escalam de brincadeiras malignas – como um cachorro sendo arremessado pela sala – para agressões físicas brutais. Wilson e Farmiga, que reprisam os papéis pela quarta vez, entregam performances nuançadas: ele como o cético prático com um soco demoníaco, ela como a sensitiva atormentada por visões proféticas. O suporte vem de Steve Coulter como o Padre Gordon, retornando para rituais católicos intensos, e novos rostos como Elliot Cowan e Kíla Lord Cassidy, que adicionam camadas à dinâmica familiar, amplificando os sustos com sons guturais e dissonantes.

O universo continua? Possivelmente com Judy Warren como nova investigadora, conforme insinuado por Wan em entrevistas recentes.

Para fãs de terror sobrenatural como Hereditário ou a trilogia original de Invocação do Mal, Os Últimos Ritos é um fechamento digno, celebrando o mal absoluto.

É arrepiante, emocional e, acima de tudo, um lembrete de que alguns demônios nunca vão embora. 

Nota: 4.5/5.

Assista ao trailer:

Uma reviravolta assustadora marcou as gravações de O último ritual: uma das atrizes foi vítima de ataques sobrenaturais no set, reforçando o clima macabro do nono e último filme do Universo Conjuring, baseado no caso real da família Smurl.

Confira o vídeo com o depoimento e as marcas dos ataques demoníacos:

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