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DF fortalece rede do SUS e alcança 2,25 milhões de usuários cadastrados na Atenção Primária

19 de setembro de 2025

O Distrito Federal celebrou os 35 anos do Sistema Único de Saúde (SUS) destacando avanços significativos na rede pública de atendimento. Atualmente, a população conta com 409 unidades de saúde distribuídas em todas as regiões administrativas, reforçando o compromisso do governo local em garantir acesso integral e universal.

Desse total, 181 são Unidades Básicas de Saúde (UBSs), consideradas a porta de entrada para os serviços oferecidos pelo SUS. Em conjunto com hospitais gerais e especializados, policlínicas e centros de atenção psicossocial, a estrutura assegura cobertura a quase 3 milhões de habitantes da capital federal.

Expansão da Atenção Primária

A Atenção Primária à Saúde (APS) é o principal pilar do SUS no DF. Nos últimos anos, os números mostram crescimento expressivo:

UBSs: de 173 em 2022 para 181 em 2024. Cobertura populacional: de 61,11% em janeiro de 2022 para 78,58% no final de 2024. Usuários cadastrados: de aproximadamente 1,75 milhão em 2022 para 2,25 milhões em 2024. Atendimentos realizados: salto de 3,13 milhões em 2022 para mais de 4,08 milhões em 2024, crescimento de 30,5%.

Esses indicadores colocam a Atenção Primária como eixo central da política de saúde no DF, reforçando o acompanhamento contínuo da população e a prevenção de doenças.

Estrutura completa de atendimento

Além das UBSs, a rede de saúde do DF é composta por:

14 hospitais gerais 3 hospitais especializados 19 policlínicas 18 Centros de Atenção Psicossocial (Caps) 35 Centros de Especialidades 13 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs)

Essa diversidade de serviços garante desde a atenção básica até atendimentos de maior complexidade, oferecendo suporte integral à população.

35 anos do SUS: conquistas e desafios

Criado em 1988 pela Constituição Federal, o SUS completa 35 anos consolidado como o maior sistema público de saúde do mundo, responsável por garantir acesso gratuito e universal a todos os brasileiros. No DF, o modelo reúne responsabilidades típicas de municípios e estados, exigindo uma gestão ainda mais integrada.

Para autoridades e profissionais de saúde, a ampliação da rede e o aumento do número de usuários cadastrados refletem o fortalecimento das políticas públicas e o investimento contínuo na expansão da cobertura. Contudo, os desafios permanecem: reduzir filas, ampliar a infraestrutura hospitalar e garantir qualidade no atendimento de alta complexidade.

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