m uma operação de inteligência realizada na manhã desta segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, a Polícia Civil do Rio de Janeiro conseguiu impedir um atentado terrorista planejado contra a sede da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A ação resultou na prisão de três pessoas e no cumprimento de dezenas de mandados de busca e apreensão em diversos endereços ligados a um grupo extremista que monitorava o Palácio Tiradentes e a rotina dos parlamentares.
As investigações, que duraram cerca de três meses, revelaram que o grupo pretendia utilizar bombas caseiras de alto impacto e coquetéis molotov para causar pânico e destruição durante uma sessão plenária. Durante as buscas, os agentes encontraram materiais para a fabricação de explosivos, mapas detalhados da segurança interna da Assembleia e dispositivos eletrônicos que continham mensagens trocadas em aplicativos criptografados, onde os suspeitos discutiam as estratégias do ataque.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o grupo não possui ligações formais com organizações terroristas internacionais conhecidas, agindo como uma célula radicalizada interna com motivações políticas extremas.
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Os Presos: Dois homens e uma mulher, cujas identidades estão preservadas devido ao sigilo das investigações, foram detidos em bairros das zonas Norte e Oeste da capital.
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O Arsenal: Além dos coquetéis molotov prontos para uso, a polícia apreendeu substâncias químicas inflamáveis e pregos que seriam utilizados como estilhaços para aumentar o poder de dano das explosões.
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A Logística: Os mandados de busca e apreensão atingiram endereços que funcionavam como “centros de treinamento” e estoque de materiais, evidenciando um nível de organização preocupante.
“A ação de hoje foi cirúrgica. Conseguimos interceptar o plano em sua fase final de execução, salvando vidas e preservando a ordem democrática no estado”, afirmou o delegado responsável pelo caso em entrevista coletiva.
Reforço na Segurança e Próximos Passos
Após a operação, a segurança no entorno da Alerj e de outros órgãos públicos do Rio de Janeiro foi reforçada por tempo indeterminado. A polícia agora foca em identificar possíveis financiadores do grupo e verificar se há outros integrantes em liberdade. Os materiais eletrônicos apreendidos passarão por uma perícia minuciosa para determinar a extensão da rede e se havia planos para outros ataques coordenados em solo fluminense.
Os três detidos foram encaminhados para o sistema prisional e responderão por crimes previstos na Lei Antiterrorismo, com penas que podem ultrapassar os 30 anos de reclusão, dada a gravidade das intenções e o potencial de danos coletivos.